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Mulher é arrastada e agredida brutalmente pelo ex-companheiro na Vila Esperança

Uma mulher de 39 anos foi agredia no inicio de madrugada desta quinta-feira (23), na rua Estados Unidos no bairro Vila Esperança em Pirassununga,   pelo ex-companheiro, de quem está se separada. Segundo a mulher, após chegar em casa ela abordada e atacada.

Segundo informações do boletim de ocorrência, o homem após rasta-la a sua ex companheira, ele ainda teria agredido  com socos e chutes, além de agarra-la pelos cabelos e bater com a cabeça dela no chão.

Ainda segundo informação do boletim de ocorrência, os dois  filhos da vitima, tentou socorre-la, mas foram ameaçados com uma faca. Um dos filho acabou sendo ferido pelo autor.

A Policia Militar foi acionada mas  suspeito fugiu do local. O caso foi registrado como lesão corporal.




Lei Maria da Penha - Em agosto deste ano, quando a Lei Maria do Penha completou 11 anos de existência, o Instituto Maria da Penha lançou  uma campanha para chamar atenção sobre os números da violência contra a mulher. Chamada de Relógios da violência, a ação faz uma contagem, minuto a minuto, do número de mulheres que sofrem violência no país. O objetivo é incentivar as denúncias de agressão, que podem ser físicas, psicológicas, sexuais, morais e até patrimoniais.

O usuário que quiser participar pode acessar o site e compartilhar os dados da campanha nas redes sociais, com a hashtag #TáNaHoraDeParar. Em celebração à data, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também está promovendo uma mobilização no Twitter com a hashtag #SouMulherE.


A Lei nº 11.340 leva o nome da farmacêutica cearense Maria da Penha, atualmente uma das principais ativistas na luta pelo fim da violência contra a mulher. Ela foi vítima do próprio marido e ficou paraplégica após as agressões. Para a advogada Isadora Vier, especializada na área de gênero dentro do direito penal, a lei trouxe avanços importantes.


“Tem sido uma galgada de conquistas importantes, no sentido de aparelhamento das redes de atendimento, uma compreensão de que o atendimento tem que ser multidisciplinar, envolver várias instâncias. Nesse caso, a avaliação é positiva”, avalia.


De acordo com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), a Central de Atendimento à Mulher registrou, no ano passado, 1.133.345 atendimentos. O número foi 51% superior ao de 2015 (749.024). Uma atualização das estatísticas sobre as agressões no país deve ser feita, ainda esta semana, pela secretaria. A central pode ser acionada pelo telefone 180.