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Não concordamos com intervenção militar, diz chefe do Estado-Maior


O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante Ademir Sobrinho, rechaçou nesta terça-feira (29) que os militares concordem com uma intervenção. Segundo ele, o que os integrantes das Forças Armadas se preocupam é em respeitar a Constituição e a democracia.


O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas afirmou que defende a livre manifestação, mas não concorda com seu conteúdo. “Nós [os militares] estamos preocupados em fazer o Brasil andar. As pessoas são livres para manifestar sua vontade, mas não temos nenhuma concordância com isso. Seguimos a Constituição, a democracia”, ressaltou o almirante Ademir Sobrinho.

Mais cedo, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Sergio Etchegoyen, já havia dito que intervenção militar “é um assunto do século passado”. Ele ainda completou: “Eu vivo no século 21, quero construir um país, como todos militares queremos construir”.