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Viciados em sexo agora são diagnosticados como doentes mentais





Segundo especialista, compulsão sexual pode ter "efeito devastador" sobre a vida das vítimas
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou oficialmente que o vício em sexo seja um distúrbio de saúde mental. Conforme a organização, o distúrbio é diagnosticado em pessoas que vêm sofrendo há pelo menos seis meses as consequências e que apresentaram angústia antes do diagnóstico, informa o portal Tech Times.


Esta declaração veio depois de o diretor da OMS, Dr. Shekhar Saxena, ter anunciado que o vício em videogames também é uma doença, baseando-se em evidências científicas, e que isso poderia levar a problemas familiares.
O vício em sexo, também conhecido como conduta sexual compulsiva, trata-se da inabilidade de uma pessoa de controlar as suas necessidades sexuais, fazendo que ela negligencie sua saúde. Os dependentes em sexo tentam saciar vontade mesmo não sentindo prazer em relações íntimas.
Dra. Valerie Voon, professora do Colégio Real de Psiquiatria, opina que a OMS agiu corretamente ao reconhecer o vício em sexo como doença, pois, assim, mais pessoas conseguirão detectar o problema. Ela também crê que o vício em sexo em breve será tratado junto com outras doenças mentais, incluindo ansiedade e depressão.
Alguns grupos de ajuda afirmam ter registrado um número crescente de pessoas que vêm buscando assistência na última década, ressaltando que o tratamento deve ser gratuito.


O portal dá vários exemplos de celebridades que enfrentam este distúrbio. Por exemplo, o ator Michael Douglas, que buscou tratamento após inúmeros casos amorosos mesmo estando casado, e a atriz Lindsay Lohan que reconheceu ser "viciada em sexo louco".

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