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Vereadores questionam morte de bebê atendido na Santa Casa de Pirassununga

O menino teve diagnóstico de meningite tardiamente - Foto; Reprodução / Rede Social
Membro da Comissão Permanente dos Direitos da Pessoa Humana, a vereadora Luciana Batista (Pros) protocolou nesta semana um requerimento cobrando esclarecimentos da Santa Casa de Pirassununga referente à morte de um bebê de cinco meses atendido no local no dia 13 deste mês.



Assinado também pelos vereadores Paulinho do Mercado, presidente da comissão, e Leo Sampaio, o requerimento foi endereçado ao provedor da Santa Casa, Edinaldo Barbosa Lima.

No documento, os vereadores querem saber se o hospital abriu um procedimento interno para apurar o caso. Pedem também que a Santa Casa informe se nos dias 13, 14 e 15 havia médico pediatra de plantão na unidade.

“Segundo consta, é obrigatória a presença de um médico pediatra nos plantões de urgência e emergência, ou ao menos um plantonista a distância, algo que não teria acontecido, conforme denúncias que chegaram até esses vereadores”, registraram.

De acordo com relato de familiares, o bebê Isaac Lemoel Ferraz Ribeiro chegou à Santa Casa no dia 13 fragilizado e com dores. Após ser medicado e liberado, seu quadro teria se agravado nos dias seguintes com o aparecimento de convulsões.

Como Pirassununga carece de uma UTI Neonatal, ele precisou ser transferido para o hospital de Araras, onde teria chegado sem vida. “O diagnóstico tardio de meningite, a falta de um especialista de plantão (pediatra) e a demora no transporte para a UTI Neonatal foram as causas para o óbito do menor”, apontam os vereadores no requerimento. ( As informações são da Imprensa/Câmara )