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Orquestra Sinfônica da Unicamp se apresenta em agosto em Pirassununga

Créditos da foto: Marilia Vasconcellos
A Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) estará em Pirassununga na quarta-feira do dia 1 de agosto, para uma apresentação no  Centro de Convenções Professor Fausto VictorelliO concerto, está marcado para às 20h e tem entrada gratuita. 


A Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) é um corpo artístico profissional, mantido pela Universidade Estadual de Campinas, que está vinculado ao Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp (CIDDIC).
Fundada em 1982, a OSU realiza concertos, óperas, gravações, espetáculos multimídia, programas de educação e formação de público, música de câmara, atuando paralelamente como laboratório de pesquisa em criação e performance musical. Seus projetos também incluem o Fórum Gestão Orquestral e Compromisso Social, que tem por objetivo a atualização de líderes e gestores do meio sinfônico, e o Projeto Identidade, Música e Arquitetura, em parceria com o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), que leva música e história aos prédios e espaços públicos da cidade de Campinas.

Em 2010, lançou o seu primeiro CD, intitulado “Novos Universos Sonoros”, com patrocínio da Petrobras, que reúne obras inéditas de compositores brasileiros, escritas para orquestra e grupos de câmara. Gravou, em 2013, o CD “Panorama da Música Brasileira Vol. 1” e, em 2018, o CD “Teuto-brasileiro”, contemplado pelo edital FICC.
Em parceria com o Ópera Estúdio Unicamp, o Coral Contemporâneo de Campinas e Coral Unicamp Zíper na Boca, fez a montagem das óperas “As Bodas de Fígaro” (2014), “Don Giovanni” (2015), “O Empresário” (2016) e a “Flauta Mágica” (2017), de W. A. Mozart, e ainda pilares do repertório romântico, como “O Elixir do Amor” (2016) de Gaetano Donizetti e “La traviata” (2018) de Giuseppe Verdi. Paralelamente a obras do repertório lírico tradicional, a OSU também realizou a estreia da ópera multimodal “Descobertas” de Jônatas Manzolli, em 2016, e a montagem da ópera barroca “Les Plaisirs de Versailles”, contemplada no edital FICC em 2012.
Com a produção da “A Flauta Mágica” em 2017, a OSU realizou a primeira ópera com recursos de acessibilidade da Região Metropolitana de Campinas.